A metade pretende investir com recursos próprios.
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Equipe Focus
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Os setores produtivos agem com cautela, mas tentam reagir. Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que o Indicador de Demanda por Investimento da Micro e Pequena Empresa avançou 14,8 pontos em um ano, passando de 27,2 pontos em maio em 2017 para 42 frente ao mesmo período este ano, em uma escala de zero a 100. Ainda assim, 66% dos micro e pequenos empresários não pretendem investir nos próximos três meses.
Apenas 34% demonstram interesse em realizar algum tipo de investimento em seus negócios nos próximos três meses. Destes, 55% pretendem investir com recursos próprios. As prioridades envolvem reforma da empresa (29%), gastos com propaganda e mídia para divulgação da empresa (26%), compra de equipamentos (25%), ampliação de estoque (19%) e de portfólio (16%).
“Os empresários continuam cautelosos, mas já constatamos um percentual relevante que tem intenção de realizar investimentos. O que é bastante positivo já que esses recursos podem aumentar a capacidade e produtividade das empresas, levando a um aumento das vendas, o que impulsionará a retomada da economia”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
Para o levantamento, foram considerados 800 empreendimentos com até 49 funcionários, nas 27 unidades da federação, incluindo capitais e interior. As micro e pequenas empresas representam fatias de 39% e 35% nos segmentos de comércio e serviços, respectivamente.
Blog Nilson Técnico Bosch.

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