Entre 2019 e 2022, durante o mandato de Jair Bolsonaro (PL), pelo menos 570 crianças yanomami morreram de causas evitáveis — um aumento de quase 30% em relação aos 4 anos anteriores. Uma crise humanitária que envolve garimpo ilegal, desnutrição, epidemia de malária, falta de remédios e ausência total do Estado. Para dimensionar as perdas humanas e explicar a sucessão de decisões política que configura aquilo que o ministro da Justiça, Flávio Dino, afirma ser “forte materialidade de genocídio”, Natuza Nery conversa com André Siqueira, médico da Fundação Oswaldo Cruz e enviado do Ministério da Saúde à região, e Dario Kopenawa, vice-presidente da Associação Hutukara Yanomami.
Fonte- g1 no Youtube.
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