Ao seu conhecido estilo, MDB ferve o óleo para a fritura de Meirelles.
O caminho usual da sigla tem sido priorizar a eleição da maior bancada do Congresso e eleger um bom número de governadores.
Senador Romero Jucá (MDB-RR) assina tuitada cheia de sentidos.
Equipe Focus
Fonte-focus@focus.jor.br
Ao seu peculiar estilo, o MDB começou a fritar a candidatura presidencial de Henrique Meirelles. Pelo menos foi essa a leitura imediata que o mercado político começou a fazer de uma tuitada do líder de todos os governos (FHC, Lula, Dilma, Temer…), Romero Jucá (MDB-RR). O senador escreveu o seguinte: “O MDB sempre esteve preparado para caminhar sozinho na campanha, mas se pudermos somar o discurso, o objetivo, melhor.”
Vale aqui uma referência histórica: o MDB adotou a estratégia de não lançar candidato próprio a presidente em todas as últimas eleições presidenciais. O partido sempre apoiou candidaturas de outros partidos e, no máximo, indica o vice, como ocorreu com Michel Temer como candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pela petista Dilma Rousseff.
São fortes as resistências dentro do próprio MDB à candidatura de Meirelles. O caminho usual da sigla tem sido priorizar a eleição da maior bancada do Congresso e eleger um bom número de governadores. A candidatura de Meirelles, até aqui, de baixa repercussão popular, põe em risco essa estratégia.

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