O PSDB já deu o tom do discurso que promete exercitar nas próximas eleições não só no Ceará, mas, também, na disputa presidencial. E o tom foi dado pelo senador Tasso Jereissati, o coordenador do programa de gestão do pré-candidato tucano a presidente da República, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

A ordem será expor e bater duro na parceria PT-MDB, que levou, segundo o senador, o País a presenciar a “a maior onda de corrupção de sua história”.
Durante ato de filiações, na quinta-feira à noite, em Maracanaú (RMF), o líder do PSDB disse que esses dois partidos foram não só aliados nacionais, mas principalmente “sócios da maior corrupção da nossa história”, o que exigirá da oposição mostrar isso para o eleitor e procurar reverter o cenário.
Tasso lamentou ainda que essa contradição política tenha se estendido agora ao Ceará, com a reaproximação do PT com o MDB do senador Eunício Oliveira. Ele bateu duro nessa parceria e deixou, mais uma vez, a dúvida sobre a possibilidade de ser ele, de novo, aquele que poderia reeditar uma “nova mudança no Estado”, como apregoou no ato, em discurso, o deputado federal Danilo Forte, que, até bem pouco tempo, circulava, com Camilo, pelos gabinetes ministeriais de Brasília, e acaba de filiar ao PSDB.