segunda-feira, 9 de julho de 2018

POLÍTICA - CASO LULA LIBERDADE / PRISÃO TRF4 - ELEIÇÕES 2018.

Thompson Flores, presidente do TRF4, nega liberdade a Lula.


Ele acompanhou a decisão do desembargador Gebran Neto, que revogou a ordem de soltura expedida por seu colega Rogério Favreto.

O presidente do TRF4 suspendeu a decisão do desembargador plantonista de soltar Lula.
Thompson Flores, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, acolheu a decisão de João Pedro Gebran Neto de impThompson Flores foi instado a se manifestar após uma guerra de decisões entre Favreto e Gebran Neto. Na manhã deste domingo 7, o primeiro concedeu a liberdade a Lula a partir de um habeas corpus impetrado pelos deputados petistas Wadih Damous, Paulo Teixeira e Paulo Pimenta. 
Favreto alegou a existência de um fato novo para libertar Lula, pois o habes corpus mencionava o risco da prisão do ex-presidente para o processo eleitoral. De férias, Sérgio Moro abandonou o descanso e se mobilizou para modificar a decisão. Em despacho, ele se recusou a acatar a ordem de prisão e afirmou que, por orientação de Thompson Flores, pediria esclarecimentos a Gebran Neto, relator do caso de Lula no TRF4. 
Gebran Neto recusou a liberdade de Lula e afirmou que Favreto "foi induzido ao erro" pelos deputados petistas. Em nova decisão, publicada às 16h12 deste domingo 7, o desembargador plantonista reafirmou a ordem de soltura e deu o prazo de uma hora para o cumprimento da decisão. A Polícia Federal não atendeu ao pedido. edir a libertação do ex-presidente Lula. 
Com a decisão do presidente, a determinação do desembargador plantonista Rogério Favreto de libertar o petista é suspensa. 
Thompson Flores foi instado a se manifestar após uma guerra de decisões entre Favreto e Gebran Neto. Na manhã deste domingo 7, o primeiro concedeu a liberdade a Lula a partir de um habeas corpus impetrado pelos deputados petistas Wadih Damous, Paulo Teixeira e Paulo Pimenta. 
Favreto alegou a existência de um fato novo para libertar Lula, pois o habes corpus mencionava o risco da prisão do ex-presidente para o processo eleitoral. De férias, Sérgio Moro abandonou o descanso e se mobilizou para modificar a decisão. Em despacho, ele se recusou a acatar a ordem de prisão e afirmou que, por orientação de Thompson Flores, pediria esclarecimentos a Gebran Neto, relator do caso de Lula no TRF4. 
Gebran Neto recusou a liberdade de Lula e afirmou que Favreto "foi induzido ao erro" pelos deputados petistas. Em nova decisão, publicada às 16h12 deste domingo 7, o desembargador plantonista reafirmou a ordem de soltura e deu o prazo de uma hora para o cumprimento da decisão. A Polícia Federal não atendeu ao pedido. 
Fonte-Carta Capital
Blog Nilson Técnico Bosch.

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